.Feriadão

| 07 Março 2011
O que mais posso pedir a Deus... um feriadão que dá quase uma semana se contar o sábado e o domingo. Ficando somente 2 dias para se trabalhar. Carnaval nunca foi tão bom para mim como esse ano, pena que a quarta-feira de cinzas (que eu não trabalho) foi tomada pelo aniversário da cidade e dai é um feriado a menos a ser aproveitado. Mas tudo bem, acho que estava pedindo demais para o santo. Tudo bem eu aceita uma semana de folga.... Na verdade não é folga nenhuma, estou aproveitando esses dias todos para organizar a minha casa, a reforma está na fase final. A fase dos acabamentos, limpeza e organização. Posso dizer que essa fase está sendo a mais cansativa, pois é muita coisa para lavar, guardar, limpar, organizar, montar, pintar, retocar. O feriado vai ser pouco, mas irá valer para fazer grande parte do trabalho.

Domingo fui ao cinema assistir o "Discurso do Rei".
Após a morte de seu pai, o rei George V (Michael  Gambon) é à abidicação escandalosa do Rei Eduardo VIII (Guy Pearce), Bertie (Colin Firth) que sofreu de um problema de fala debilitante toda a sua vida, de repente é coroado Rei George VI da Inglaterra. Com o seu país a beira de uma guerra e precisando desesperadamente de um líder, sua esposa, Elizabeth (Helena Carter), a futura Rainha Mãe, manda o marido para se consultar com um excêntrico terapeuta da fala, Linel Logue ( Geoffrey Rush).
Depois de um começo difícil, os dois embarcam em um tratamento pouco ortodoxo e, eventualmente formam um vínculo inquebrável. Com o apoio de Logue, sua família, seu governo e Churchill (Timithy Spall), o Rei vai superar sua gagueira e proferir o seu mais importante discurso no rádio, inspirando seu povo e os unindo para a iminente batalha contra os alemães na Segunda Guerra Mundial.

Não é um filme que irá falar sobre a guerra, sobre o que acontece com a realeza, sobre os pobres que acontecem por trás da máscara de rei. E sim sobre o problema de fala de um futuro rei, que desconhece seu próprio poder de liderança, devido a problemas de infância que o fizeram sempre se sentir inferior. Que a realeza também tem uma vida dura, de escolhas e decisões que irão reger toda uma população. O filme tem partes angustiantes, quando ainda gago Bertie tem que fazer discursos, nessas partes, você é capaz de ver os poros do cara de tão perto a câmera vai para mostrar a interpretação do ator, que aliás está excepcional. Momentos hilários, quando o terapeuta faz o futuro rei falar palavrões o provocando para que solte a sua voz. Um excelente filme.

parte final, quando sai o primeiro discurso do Rei

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